terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Pensamento do Dia

(porque antes de ser do Several Mistakes, já eu metia pensamentos do dia no meu blogue há um ano e tal)

«Vale a pena? Tudo vale a pena se a alma não é pequena»
O bêbedo, desta vez assinado como Fernando Pessoa

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Silêncio...

Sempre achei fascinante a quantidade de pessoas que toma a iniciativa de falar comigo. Nao digo tanto fora de casa, principalmente em casa.
Ora bem, tenho Messenger, Facebook e dois telemoveis - um dos quais com aqueles tarifarios onde as comunicações saem a custo 0. Contudo, todas estas coisas nunca tocam. Nunca ninguém me diz nada a não ser que eu puxe conversa.
Voltando a reflectir sobre a mesma.coisa, será que estes meios de comunicação fazem mesmo falta? Ou servem só para me deprimir?

Que se lixe a evolução tecnológica! [2]

(Este post não é dirigido a ninguém em particular e não pretendo magoar ninguém com ele.)

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Alone? I wish

Eu sei, é a segunda vez que escrevo hoje, se não quiserem ler a cruz está no canto superior direito da janela.

Há vezes em que só quero estar isolado do mundo. Estar sozinho, sem ninguém, e sem internets ou telemóveis. Estar de modo a que ninguém me perturbasse nem eu perturbasse ninguém. Um mundo só meu em que pudesse estar sem ter de me lembrar que vivo em sociedade e que há pessoas além de mim, em que vivesse só comigo.
O meu pequeno mundo onde nada nem ninguém influenciasse o meu modo de ser e pensar, e em que nada nem ninguém me provocasse alterações repentinas de humor de estado de espírito.

O meu mundo, onde não tivesse de conviver com essa espécie a que chamam "ser humano".

AAAAAAAA...?

É isso mesmo que leram no título.

Estou neste momento com vontade de "fazer uma pequena reflexão pessoal". Parece que há coisas que há dias (e já há algumas semanas) considerava "superadas" mas, afinal, não estão.
Parece que voltei atrás no tempo para a altura em que desabava à mínima recordação, em que a mínima lembrança servia para gerar uma rede de pensamentos deprimentes, daqueles que só servem para me afundar ainda mais no mar do meu sofrimento.
Aparentemente, prenderam-me algum peso que me faz constantemente ir para baixo, e parece não haver forma de me soltar dele para voltar à superfície.

Enfim.